sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

A origem de nosso pequeno mundo caótico




 1º Parte






A princípio, podia-se ver ao longe a forma daquela figura;
Não seria difícil entender os motivos e as causas se não fosse
pelo modo de como o assunto era habitualmente por eles abordado.
Existe em algum lugar a razão para essa porta se fechar?

Encontra-se a razão das coisas no vazio e na penumbra de sua passagem,
E não na sua real presença; lá somente há sua forma diáfana.
A procura é então a única solução para o problema que persiste,
E nesta deve-se encontrar apenas pistas e indicações; fuja das respostas!

A resposta é o mal, que faz sucumbir em lixo, toda a humanidade, 
Compelindo-nos a se satisfazer com o limitado; que engano este!
Mas o que então procuraríamos se não as respostas da vida?
Procuremos nas profundezas de nossa alma a melhores perguntas.


-


Ele pega na mão da senhora e lhe entrega uma carta,
Continha esta as escritas de outros tempos.
Nestas escritas, valsavam as orações, em sua rude caligrafia,
Por que então não as reconhecia como suas?

A meia noite, enquanto bebia sua água, pensava em seus negócios,
alguns pendentes e em muitas vezes perdidos em razão de prazos.
Não raciocina como antes; seu estômago clama por sentimento,
Ou talvez tranquilidade. Logo adormece depois de tamanho desejo.

Somente em sonhos pode-se realizar tais fantasias: Pois;
Não nascemos para a felicidade, mas sim, para sua eterna busca.




  Prates, F.

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