quarta-feira, 10 de novembro de 2010



Olho pela janela esperando no portão ver a feliz mentira
De um possível futuro de tristezas e lamentações.
Como me faz falta aquela pessoa que se dizia alheia à vida
Como faz falta e como dói não ouvir o que se quer ouvir.


Ah! Se a vida desse a oportunidade de tapar nossas profundezas
Esconder nossos medos e mascarar verdades ocultas
Diria que ainda sinto ressoar em meus cansados ouvidos
Sua voz, suave e delicada gravada em segredo no seu celular.

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Queria poder invejar aqueles que decidem sofrer
Aqueles que dizem que o risco é divino e celestial.
Queria ser o que me repele, feliz, portanto
Queria ser vazio, nulo, medíocre, porém, seu.

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